1- Captação do máximo possível de energia solar.
É preciso instalar o número suficiente de colectores para captar a energia necessária e escolher a orientação correcta, definir, designadamente, a estratégia de interligação com a energia de apoio. Os dispositivos de regulação e controlo são cada vez mais completos, podendo mesmo controlar a energia de apoio e estabelecer as prioridades de fornecimento da energia aos diversos subsistemas de utilização (p.ex. AQS, Aq. Central, Aq. de piscina, etc.).
2- Prioridade ao Sol!
A energia solar é gratuita e a convencional não. O consumo energético deve realizar-se prioritariamente com a primeira e só recorrer à energia de apoio quando não houver "sol". O sistema de armazenamento deve garantir prioritariamente o uso da energia solar face à energia convencional.
3- Assegurar a complementaridade entre a energia solar e a convencional.
Há várias maneiras de assegurar a complementaridade sem por em causa a
prioridade ao sol:
# Produção instantânea da energia de apoio.
O gerador de energia de apoio deve fornecer a potência necessária em cada instante, variável em função da temperatura do pré-aquecimento solar.
# Energia de apoio num acumulador independente.
Este acumulador situar-se-á entre o acumulador solar e os pontos de consumo. A missão deste acumulador de apoio é receber a água pré-aquecida pelo sistema solar e fornecer a energia que ainda for necessária.
4- Não juntar a energia solar com a convencional.
Um acumulador único que armazene a energia solar e a de apoio num mesmo reservatório leva a um alto risco de mistura, e para o evitar é necessário tomar certas precauções designadamente quanto à estratificação, havendo casos em que tudo se passa como se tivéssemos dois depósitos sobrepostos, o solar em baixo e o de apoio em cima. |